PROJETO: ESCOLA PROJETO: ESCOLA ENDEREÇO: RUA IRAI, S/N CAPELA DE SANTANA CONTRATANTE: FERREIRA e FLORES ARQUITETAS ASSOCIADAS REFORÇO DA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO ART número: CREA RS 1127 8841 Laudo número: MC EOD 041/21 Eng. Responsável: Eduardo de Oliveira Daroit CREA RS 50 808 Foto do local 0 Verificação da estrutura de concreto armado Revisão Modificação MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL 15/05/2021 Data pág. 1 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL Índice Página 1 ? Objetivo 3 2 - Resistência dos materiais adotadas 3 3 - Valores para o terreno de fundação 3 4 - Altura das lajes 4 5 - Cargas sobre a estrutura 4 5.1 - Carga do peso próprio 4 5.2 - Sobrecargas nas lajes 4 5.3 - Tipos de Lajes consideradas 5 5.4 - Cargas de paredes 5 6 - Combinações 6 7 - Dimensões das vigas e pilares 7 8 - Resumo das cargas 7 - Cargas no Térreo 7 - Carga na laje no Pavimento Superior 8 - Carga na laje da Cobertura 9 10 - Capacidade de carga de estacas 10 11 - Comparação dos resultados da carga nas estacas 1 ? Objetivo Verificação da estrutura de concreto armado e fundações de um prédio de uma escola municipal com pavimento térreo e pavimento superior com cobertura com laje de concreto armado e telha de fibrocimento. 2 - Resistência dos materiais adotadas pág. 2 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL Observação: - O fck do concreto adotado para os pilares será diferente do usado para os reforços estruturais, Serão alteradas novas seções transversais dos pilares , visto que as seções existentes se mostraram insuficientes em muitos pilares. Adotou-se um fck de 30 MPa para os novos pilares e um fck 25 Mpa para a fundações. 3 - Valores para o terreno de fundação De acordo com as sondagens realizadas 4 - Altura das lajes 5 - Cargas sobre a estrutura 5.1 - Carga do peso próprio Será considerado o peso individual de cada viga, pilar e laje usada na estrutura. Feito automaticamente pelo programa de cálculo, considerando g = 2500 kg/m3. pág. 3 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL 5.2 - Sobrecargas nas lajes 5.3 - Tipos de Lajes consideradas Laje pré-moldada com tavelas de cimento ou cerâmica e vigas de concreto armado 5.4 - Cargas de paredes Paredes de tijolos furados. Peso específico = 1300kg/m3 t = Espessura em m Aplicação g t L H H cCarga linearAdo- Piso Local t/m3(m) (m) (m) A B (m) tada Tipo Tipo 1Tijolo Furado1,3 0,2 6,0 3,1 3,6 1,32,32 0,60 Tipo Tipo 2Tijolo Furado1,3 0,2 4,0 3,1 3,0 1,32,13 0,60 Tipo Tipo 3Tijolo Furado1,3 0,2 4,0 3,1 0,0 1,33,10 0,800,806 Tijolo Janelas 0,553 t/m 0,603 pág. 4 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL Notas: H c = H - A . B / L - Os dois andares tem a mesma altura de paredes - Foi descontado a altura da viga do topo 6 - Combinações Para as lajes, vigas e pilares de concreto armado usaremos as combinações de acordo com a norma NBR 8800 (NB1) e NBR 8681/84 Como visto acima teremos as seguintes hipóteses Pp = Peso próprio + carga escada e paredes Acidental = SC1 = carga informada para cada pavimento 7 - Dimensões das vigas e pilares A estrutura foi analisada com os valores das planta de formas recebidas e conforme vistoria feita no local, que está conferindo na maioria dos casos. Pela análise feita, com base nos carregamentos e geometria adotada, as seções de armaduras existentes mostraram-se insuficientes em muitos pilares, com isso, e pelo fato da resistência do concreto existente ser muito baixa, serão adotadas novas seções para os pilares. Como norma geral foram corrigidos os valores dos pilares com dimensão de 15 para 25 cm e de 30 para 35 cm, conforme planta em anexo. Os pilares das juntas de dilatação passam de 15 x 25 para 20 x 23cm. pág. 5 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL Armadura dos pilares - Para os pilares do térreo de 25 x 35 será adotada a armadura de 4 barras de 12,5 e mais 2 de 10 mm, estribos de 5,0 mm cada 12 cm. Foi acrescido 4 barras de 10 mm para todos os pilares, com estribos de 5,0 mm cada 12 cm. 8 - Resumo das cargas - Cargas no Térreo Consideradas as cargas da lajes e paredes apoiadas no terreno e viga baldrame. Portanto, estas cargas não entraram no cálculo dos pilares do térreo. - Carga na laje no Pavimento Superior Nota: 1 - Dentro dos retângulos estão as cargas das paredes conforme tabela acima 2 - Os pilares estão indicados por Px onde x é o numero do pilar conforme planta de formas 3 - As vigas estão indicas por V xxx - 15/45, com o número e dimensões das vigas em cm. O número é adotado pelo programa e não corresponde a numeração da planta de formas 4 - As linhas vermelhas indicam o sentido da distribuição das tavelas das lajes pré-moldadas, adotando a carga acidental e permanente conforma a tabela acima. pág. 6 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL - Carga na laje da Cobertura - Mesma disposição de vigas e lajes do pavimento abaixo, com as seguintes alterações - Vigas passam de 15 x 45 para 15 x 35, conforme planta de formas recebido; - Não existem cargas de parede na cobertura 9 -Planta de arranque dos pilares no térreo Foi gerada uma planta do pavimento térreo com os seguintes dados: - Numeração dos pilares - Armadura necessária no arranque do térreo - Esforços atuantes no térreo, sem coeficientes de segurança 10 - Capacidade de carga de estacas Capacidade de carga de estacas (Décourt e Quaresma, PINI,p.275) - Formulação q p = a K N Q pa = Carga admissível de ponta Q ca = Carga admissível a compressão q s = 10 b (N/3 + 1)Q sa = Carga admissível lateral Q Ta = Carga admissível a tração Unidades 100 KN/m2 = 10 t/m2 = 1 kg/cm2 Fator K em KN/m2 Argila 120Silte arenoso 250 q p = coeficiente de ponta Silte argiloso200(solo residual) Q pa = q p . A p / C sp C sp = 4 (solo residual) Areia 400 q s = coeficiente de atrito lateral Q sa = Q s . A s / C sL C sl = 1,3 Fator a (Décourt) I II III IV V I - Escavadas em geral Argilas 0,850,850,300,851,00 II - Escavadas com uso de lama bentonítica Solos intermediários0,600,600,300,601,00 III - Hélice contínua Areias 0,500,500,300,501,00 IV - Raiz V - Infetada de alta pressão Fator b (Décourt) I II III IV V Ruptura convencional, ou seja, a carga Argilas 0,800,901,001,503,00 corresponde a um deslocamento do Solos intermediários0,650,751,001,503,00 topo da estaca de 10% do seu diâm. Areias 0,500,601,001,503,00 para argilas e de 30% para solos granulares. - Dados para o cálculo P est = p . D 2 . L . g c N maxC' = N maxC / N est - P est N maxT' = N maxT / N est + P est Solo principal Diâm. N° CotaCota N admtN admcg cN maxTN maxCA prov cmEst./Bl.arraz.apoioKN KNKN/m3 KN KN OK Solo Silte argiloso 20 1 0,40 6,0 74 92 25 0 72 84% pág. 7 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL - Capacidade de carga Profun d. N K a b q p q s Q pa Q sa Q Ta Q Ca (m)(SPT)KN/m 2 KN/m 2 KN/m 2 KN KN KN KN <10000 <180 1,0 10 200 0,850,65170028,2 13 14 14 27 2,0 5 200 0,850,65850 17,3 7 8 22 29 3,0 6 200 0,850,65102019,5 8 9 31 39 4,0 7 200 0,850,65119021,7 9 10 42 51 5,0 12 200 0,850,65204032,5 16 16 58 74 6,0 13 200 0,850,65221034,7 17 17 74 92 7,0 15 200 0,850,65255039,0 20 19 93 113 8,0 17 200 0,850,65289043,3 23 21 114 137 9,0 26 200 0,850,65442062,8 35 30 145 179 10,054 200 0,850,659180123,5 72 60 204 276 11 - Comparação dos resultados da carga nas estacas N são os esforços obtidos na prancha já com a configuração futura dos pilares Nadm = 2 x 9,2 = 18,4 tf (São duas estacas por bloco) Esforços da tabela Pilares da NNadmAprov. Pilares internosNNadmAprov. divisa - Eixo A(t) (t)< 100% Eixo C / D (t) (t)< 100% P1 10,718,458% P3 16,818,491% P10 20,018,4109% P12 31,418,4171% P15 + P16 18,418,4100% P13 15,318,483% P37 20,418,4111% P29 18,018,498% P31 4,218,423% Pilares internosNNadmAprov. P39 3,818,421% Eixo B (t) (t)< 100% P2 23,118,4125% P11 35,418,4193% P17 + P18 14,118,476% P30 28,218,4153% P38 28,918,4157% Para a sondagem informada e a profundidade indicada alguns blocos de estacas dos pilares ficaram com excesso de carregamento. Acontece que não temos a profundidade correta que foram adotadas. 12 - Teste de esclerômetria Os testes de esclorometris resultaram em valores médios para o concreto de 6,0 MPa, sendo que o mínimo prescrito pela norma antiga era de 15 MPa e a atual aumentou este valor para 20 MPa. PilarValor PilarValor VigaValor P1 4,80 P294,40 V3135,00Teto do térreo - Adequada P108,00 P326,90 P154,30 P404,60 PilarValor P165,70 P434,30 P19 6,90Segundo pavimento - Não adequado P197,00 P454,70 P2111,30 P235,80 Média = 6,00 MPa - Não adequado pág. 8 de 9 PROJETO: ESCOLA MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURAL 13 - Conclusão Após as análises apresentadas conclui-se o seguinte: 1 - Pela análise verificou-se que as dimensões dos pilares de 15 x 25 cm são insuficiente para a armadura adotada; 2 - Os pilares estão com recobrimento insuficiente, diminuindo a proteção das armaduras e causando a oxidação das mesmas; 3 - A qualidade do concreto dos pilares está muito baixa, em torno de 7,0 Mpa, quando o mínimo deveria ser de 20 MPa; 4 - A resistência dos blocos de fundação, vigas baldrame e vigas da estrutura estão adequadas; 5 - Frente a esta situação, recomenda-se a substituição ou refazimento dos pilares da estrutura, adotando um concreto de resistência adequada, recobrimentos e armaduras condizentes, conforme desenhos em anexo; 6 - O cálculo do estaqueamento indicou, para os pilares que recebem mais cargas, insuficiência do número ou profundidade de estacas. Como não temos a documentação a respeito do histórico desta fundação, o laudo não é conclusivo a este respeito. Pelas evidências de trincas no local existe indícios de que alguns pilares da fachada oeste apresentaram recalques, podendo ser indicado um reforço a ser definido. 7 - É necessário a execução da correta drenagem pluvial do telhado e terreno desviando as fundações; 8 - Em anexo segue o relatório fotográfico, desenhos com indicação dos pilares e sugestão do escoramento e reforço dos mesmos, bem com o a lista de quantitativos. _______________________________ EDUARDO DE OLIVEIRA DAROIT Engenheiro Civil - Daroit Engenharia Ltda CREA/RS : 50808 - email: eduardo.daroit@terra.com.br tel. 51 3061 6748 - Porto Alegre, RS Data:15/05/2021 pág. 9 de 9 SONDAGEM SPT PROP.: PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DE SANTANA. OBRA: RUA IRAÍ, N°25 ? ESCOLA ANTÔNIO DE CARVALHO CAPELA DE SANTANA / RS A/C.: ENG. CIVIL JOSÉ CARLOS. NOVO HAMBURGO, 13 DE MAIO DE 2021 __________________SOLOMAX GEOTECNIA LTDA Rua Silveira Martins, 921 ? Centro ? Novo Hamburgo / RS ? CEP 93510310 PROP.: PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DE SANTANA. OBRA: RUA IRAÍ, N°25 ? ESCOLA ANTÔNIO DE CARVALHO CAPELA DE SANTANA / RS A/C.: ENG. CIVIL JOSÉ CARLOS. Relatório de Sondagem Prezado Cliente Vimos pelo presente documento apresentar o relatório de prospecção do solo, da referida obra acima citada, na qual foram realizados 3 furos (S1, S2, S3) totalizando 26,90 metros lineares perfurados em solo. A sondagem do terreno foi realizada seguindo o método SPT ? Standard Penetration Test, sendo: ? As perfurações executadas por percussão simples com auxílio de circulação de água e protegidas por revestimento de 2 ½?. ? A coleta das amostras foi realizada com um amostrador padrão de diâmetro interno 1 3/8?, e o diâmetro externo 2?. ? Durante o ensaio de penetração indicou-se o número de golpes de um soquete de 65 kg, que cai por gravidade de uma altura de 75cm, para penetrar 30cm do amostrador caracterizado acima, nas camadas de solo atravessadas. Completam este relatório um croqui indicativo dos pontos de sondagem e as tabelas relativas aos perfis individuais conforme normas técnicas da ABNT. Atenciosamente _________________________ Lucas Cerutti Dazzi Responsável Técnico. P1 P10 P15 P16 P29 P37 P43 P2 RUA IRAÍ. RUA MARIA LACÍ. GINÁSIO. DIVISA. P7 S2 S1 S3 1,50 1,50 1,50 1,50 SOLOMAX GEOTECNIA LTDA __________________SOLOMAX GEOTECNIA LTDA Rua Silveira Martins, 921 ? Centro ? Novo Hamburgo / RS ? CEP 93510310 RELATÓRIO FOTOGRÁFICO: Foto 1 ? Furo 1 __________________SOLOMAX GEOTECNIA LTDA Rua Silveira Martins, 921 ? Centro ? Novo Hamburgo / RS ? CEP 93510310 CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS QUANTO A RESISTÊNCIA: Areias e Siltes ? SPT (compacidade) Argilas e Siltes ? SPT (consistência) FOFAS: < 4 MUITO MOLE: < 2 POUCO COMPACTA: 5 a 8 MOLE: 3 a 5 MEDIANAMENTE COMPACTA: 9 a 18 MÉDIA: 6 a 10 COMPACTA: 19 a 40 RIJA: 11 a 19 MUITO COMPACTA: > 40 DURA: > 19 RELATÓRIO DE PONTOS ITEM PONTO PROFUNDIDADE UNIDADE 1 S1 10,50 METROS 2 S2 10,20 METROS 3 S3 6,20 METROS TOTAL 26,90 METROS 6 10 1 5 5 2 5 6 3 6 7 4 10 12 5 10 13 6 10 15 7 11 17 8 10 26 9 37 54 10 54/20 - 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 Trado concha 30 Trado Helicoidal 31 Amostrador padrão e trépano de lavagem 32 33 34 35 36 37 38 Ø23/8" m 13/8" kg m 2" cm CAPELA DE SANTANA / RS SPT 1239 05 2021N° __________ 30 cm finais _ _ _ _ _ _ _ 30 cm iniciais NA Inic. NA Final Índice de SPT iniciais/30cm Camadas - Classificação dos solos 01 Amostras Índice SPT finais/30cm SOLOMAX Geotecnia Rua Silveira Martins, 923, Novo Hamburgo Cliente: Obra: Local: Cota relação R.N. S Prof. Camadas (m) Relatório de Sondagem Revestimento Método cravação Cota Altura de queda 0,000 SPT - Standart Penetration Test Furo Obs: Nível d'agua NA Inic. NA Final PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DE SANTANA RUA IRAÍ, N°25 - ESCOLA ANTÔNIO DE CARVALHO 1Folha13/05/2021 Amostrador Ø externo Ø interno Lucas Cerutti DazziEng.Lucas fuga d'água aos 6,5m. 11/05/2021 11/05/2021 Inicio Data de execução 11/05/2021 11/05/2021 Revestimento Peso65,0 término75,0 Digitador 7,0 - 5 - 10 - 15 - 20 - 25 - 30 - 35 Amostrador padrão e trépano IMPENETRÁVEL AO TRÉPANO. Para determinação de material impenetrável somente com uso de sondagem rotativa. Camada vegetal, e Brita. Argila arenosa marrom escuro. Argila silto-arenosa vermelha - mole á dura. Areia siltosa vermelha - compacta e muito compacta. 0,30 1,15 9,20 10,50 0 10 20 30 40 50 7 10 1 3 3 2 4 4 3 5 7 4 11 13 5 12 15 6 14 18 7 10 26 8 21 30 9 54/26 - 10 49/19 - 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 Trado concha 30 Trado Helicoidal 31 Amostrador padrão e trépano de lavagem 32 33 34 35 36 37 38 Ø23/8" m 13/8" kg m 2" cm CAPELA DE SANTANA / RS SPT 1239 05 2021N° __________ 30 cm finais _ _ _ _ _ _ _ 30 cm iniciais NA Inic. NA Final Índice de SPT iniciais/30cm Camadas - Classificação dos solos 02 Amostras Índice SPT finais/30cm SOLOMAX Geotecnia Rua Silveira Martins, 923, Novo Hamburgo Cliente: Obra: Local: Cota relação R.N. S Prof. Camadas (m) Relatório de Sondagem Revestimento Método cravação Cota Altura de queda 0,000 SPT - Standart Penetration Test Furo Obs: Nível d'agua NA Inic. NA Final PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DE SANTANA RUA IRAÍ, N°25 - ESCOLA ANTÔNIO DE CARVALHO 2Folha13/05/2021 Amostrador Ø externo Ø interno Lucas Cerutti DazziEng.Lucas fuga d'água aos 4m 12/05/2021 12/05/2021 Inicio Data de execução 12/05/2021 12/05/2021 Revestimento Peso65,0 término75,0 Digitador 5,0 - 5 - 10 - 15 - 20 - 25 - 30 - 35 Amostrador padrão e trépano IMPENETRÁVEL AO TRÉPANO. Para determinação de material impenetrável somente com uso de sondagem rotativa. Camada vegetal. Argila arenosa marrom escuro - mole. Argila silto-arenosa vermelho escuro - mole. Argila silto-arenosa vermelha - mole à dura. Areia siltosa vermelha - muito compacta. 0,30 2,12 3,20 9,30 10,20 0 10 20 30 40 50 4 4 1 4 5 2 7 7 3 13 20 4 49/28 - 5 48 56 6 30/05 - 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 Trado concha 30 Trado Helicoidal 31 Amostrador padrão e trépano de lavagem 32 33 34 35 36 37 38 Ø23/8" m 13/8" kg m 2" cm CAPELA DE SANTANA / RS SPT 1239 05 2021N° __________ 30 cm finais _ _ _ _ _ _ _ 30 cm iniciais NA Inic. NA Final Índice de SPT iniciais/30cm Camadas - Classificação dos solos 03 Amostras Índice SPT finais/30cm SOLOMAX Geotecnia Rua Silveira Martins, 923, Novo Hamburgo Cliente: Obra: Local: Cota relação R.N. S Prof. Camadas (m) Relatório de Sondagem Revestimento Método cravação Cota Altura de queda 0,000 SPT - Standart Penetration Test Furo Obs: Nível d'agua NA Inic. NA Final PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DE SANTANA RUA IRAÍ, N°25 - ESCOLA ANTÔNIO DE CARVALHO 3Folha13/05/2021 Amostrador Ø externo Ø interno Lucas Cerutti DazziEng.Lucas fuga d'água aos 3m 12/05/2021 12/05/2021 Inicio Data de execução 12/05/2021 12/05/2021 Revestimento Peso65,0 término75,0 Digitador 3,5 - 5 - 10 - 15 - 20 - 25 - 30 - 35 Amostrador padrão e trépano IMPENETRÁVEL AO TRÉPANO. Para determinação de material impenetrável somente com uso de sondagem rotativa. Calçada de PAVS e pedrisco. Argila arenosa vermelho escuro - mole. Argila silto-arenosa vermelha - média à dura. Areia silto-argilosa vermelha - muito compacta. 0,30 2,12 4,30 6,20 0 10 20 30 40 50 1/1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 19.515.022.520.514.521.012.517.019.019.512.013.515.015.022.512.0 4,8 MPa 4.     CONSIDERAÇÕES FINAIS MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. ENDEREÇO: Avenida do Forte 557, sala 204 ? Vila Ipiranga ? Porto Alegre -RS ? CEP 91.360-000 F43_R00 TELEFONE: (51) 3237 8872 CNPJ: 18.154.560/0001-66 RELATÓRIO DE ENSAIO Nº 355-01-ESC-2023-0003 ENSAIO DE ESCLEROMETRIA Interessado:José Carlos da Cruz Obra:Escola Antônio de Oliveira Carvalho Local:Térreo - P1 Responsável Ensaio: Eng. Marcio Santos Estrutura:Pilar de concreto armado Informante:Eng. José Carlos da Cruz Data do Ensaio:06/05/2021 1.     NORMA REFERENCIADA ABNT NBR -7584 - 2012Concreto Endurecido ? Avaliação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão ? Método de ensaio 2.     MATERIAIS E MÉTODOS Opresentetrabalhotevecomoobjetivoadeterminaçãodoíndiceesclerométricoparaadeterminaçãodadurezasuperficialdo concreto em locais escolhidos pelo cliente na estrutura de concreto armado. OesclerômetroutilizadoédaMarcaProceq-ModeloSH01-004-0337,calibradoconformeocertificadonº49070-18de 13/08/2018daEmpresaSolotestAparelhosparaMecânicadosSolosLtda.Ocoeficientedecorreçãodoíndiceesclerométrico(K) igual a 1. Também foi utilizado disco de carburundum para polimento manual da área do ensaio. Descrição do Ensaio: Comoométodorecomendadorefere-seaumasériede16impactos,oíndiceesclerométricodecadapontoéobtidoatravésda médiadestesimpactos.Osíndicesesclerométricosefetivosreferem-seàmédiadosvaloresobtidosem16determinações (impactos),desprezadososvaloresindividuaissuperioresouinferioresa10%.FoiutilizadaacurvaNparaaconversãodoíndice esclerométrico em resistência, podendo haver divergência em determinados traços de concreto. A curva N é a média dos resultados, fornecida pelo fabricante. 3. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS: Paraacorretainterpretaçãodestelaudo,entende-seporíndiceesclerométrico,segundoaNBR7584,oquesegue:?Valorobtido atravésdeumimpactodoesclerômetrodereflexãosobreumaáreadeensaio,fornecidodiretamentepeloaparelhocorrespondente ao número de recuo do martelo?. os resultados obitidos estão dispostos na tabela 01 e no gráfico 01. Tabela 01 ? Indices esclerométricos individuais da amostra Índice Esclerométrico Médio Efetivo:17,0 Posição do Equipamento:Vertical (?) Fator de forma:0,85 Fator de Carbonatação:1,00 * indices desconsiderados altura 6 Térreo - P1 Resistência (valor médio): OBS. Não foi considerado efeito de carbonatação na superfície. Figura 01 - Local da Amostra. Figura 02 - Região Ensaiada. A resistência média efetiva encontrada nos pontos analisados, conforme descrito acima, foi de 4,78 MPa. Porto Alegre -RS,14 de maio de 2021. M. Eng. Mauro Joel F. dos Santos MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. Os resultados apresentados neste documento têm significação restrita e dizem respeito tão somente à(s) amostra(s) ensaiada(s) e à integridade até o momento do ensaio. Este documento não dá direito ao uso do nome ou da marca MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda., para quaisquer fins, sob a pena de indenização. Sua reprodução só poderá ser feita integralmente, sem alterações e mediante aprovação formal da MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. 0 5 10 15 20 25 1* 2* 3* 4* 5* 6* 7* 8 9* 10*11*12*13*14*15*16*média 20 15 23 21 15 21 13 17 19 20 12 14 15 15 23 12 16,94 Q (Índice Esclerométrico) Amostras Gráfico 01 -Indices Esclerométricos Individuais da Amostra 1/1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 40.541.549.547.041.548.056.542.541.548.547.046.550.058.548.555.5 35,0MPa 4.     CONSIDERAÇÕES FINAIS MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. ENDEREÇO: Avenida do Forte 557, sala 204 ? Vila Ipiranga ? Porto Alegre -RS ? CEP 91.360-000 F43_R00 TELEFONE: (51) 3237 8872 CNPJ: 18.154.560/0001-66 RELATÓRIO DE ENSAIO Nº 355-01-ESC-2028-0008 ENSAIO DE ESCLEROMETRIA Interessado:José Carlos da Cruz Obra:Escola Antônio de Oliveira Carvalho Local:2º Pavimento - V31 Responsável Ensaio: Eng. Marcio Santos Estrutura:Viga de concreto armado Informante:Eng. José Carlos da Cruz Data do Ensaio:06/05/2021 1.     NORMA REFERENCIADA ABNT NBR -7584 - 2012Concreto Endurecido ? Avaliação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão ? Método de ensaio 2.     MATERIAIS E MÉTODOS Opresentetrabalhotevecomoobjetivoadeterminaçãodoíndiceesclerométricoparaadeterminaçãodadurezasuperficialdo concreto em locais escolhidos pelo cliente na estrutura de concreto armado. OesclerômetroutilizadoédaMarcaProceq-ModeloSH01-004-0337,calibradoconformeocertificadonº49070-18de 13/08/2018daEmpresaSolotestAparelhosparaMecânicadosSolosLtda.Ocoeficientedecorreçãodoíndiceesclerométrico(K) igual a 1. Também foi utilizado disco de carburundum para polimento manual da área do ensaio. Descrição do Ensaio: Comoométodorecomendadorefere-seaumasériede16impactos,oíndiceesclerométricodecadapontoéobtidoatravésda médiadestesimpactos.Osíndicesesclerométricosefetivosreferem-seàmédiadosvaloresobtidosem16determinações (impactos),desprezadososvaloresindividuaissuperioresouinferioresa10%.FoiutilizadaacurvaNparaaconversãodoíndice esclerométrico em resistência, podendo haver divergência em determinados traços de concreto. A curva N é a média dos resultados, fornecida pelo fabricante. 3. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS: Paraacorretainterpretaçãodestelaudo,entende-seporíndiceesclerométrico,segundoaNBR7584,oquesegue:?Valorobtido atravésdeumimpactodoesclerômetrodereflexãosobreumaáreadeensaio,fornecidodiretamentepeloaparelhocorrespondente ao número de recuo do martelo?. os resultados obitidos estão dispostos na tabela 01 e no gráfico 01. Tabela 01 ? Indices esclerométricos individuais da amostra Índice Esclerométrico Médio Efetivo:48,1 Posição do Equipamento:Vertical (?) Fator de forma:0,85 Fator de Carbonatação:1,00 * indices desconsiderados altura 6 2º Pavimento - V31 Resistência (valor médio): OBS. Não foi considerado efeito de carbonatação na superfície. Figura 01 - Local da Amostra. Figura 02 - Região Ensaiada. A resistência média efetiva encontrada nos pontos analisados, conforme descrito acima, foi de 35,03 MPa. Porto Alegre -RS,14 de maio de 2021. M. Eng. Mauro Joel F. dos Santos MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. Os resultados apresentados neste documento têm significação restrita e dizem respeito tão somente à(s) amostra(s) ensaiada(s) e à integridade até o momento do ensaio. Este documento não dá direito ao uso do nome ou da marca MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda., para quaisquer fins, sob a pena de indenização. Sua reprodução só poderá ser feita integralmente, sem alterações e mediante aprovação formal da MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. 0 10 20 30 40 50 60 1* 2* 3 4 5* 6 7* 8* 9* 10 11 12 13 14* 15 16*média 41 42 50 47 42 48 57 43 42 49 47 47 50 59 49 56 47,69 Q (Índice Esclerométrico) Amostras Gráfico 01 -Indices Esclerométricos Individuais da Amostra 1/1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 27.528.018.529.518.514.032.521.532.028.021.520.522.521.015.525.0 6,9 MPa 4.     CONSIDERAÇÕES FINAIS MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. ENDEREÇO: Avenida do Forte 557, sala 204 ? Vila Ipiranga ? Porto Alegre -RS ? CEP 91.360-000 F43_R00 TELEFONE: (51) 3237 8872 CNPJ: 18.154.560/0001-66 RELATÓRIO DE ENSAIO Nº 355-01-ESC-2033-0013 ENSAIO DE ESCLEROMETRIA Interessado:José Carlos da Cruz Obra:Escola Antônio de Oliveira Carvalho Local:2º Pavimento - P19 Responsável Ensaio: Eng. Marcio Santos Estrutura:Pilar de concreto armado Informante:Eng. José Carlos da Cruz Data do Ensaio:06/05/2021 1.     NORMA REFERENCIADA ABNT NBR -7584 - 2012Concreto Endurecido ? Avaliação da dureza superficial pelo esclerômetro de reflexão ? Método de ensaio 2.     MATERIAIS E MÉTODOS Opresentetrabalhotevecomoobjetivoadeterminaçãodoíndiceesclerométricoparaadeterminaçãodadurezasuperficialdo concreto em locais escolhidos pelo cliente na estrutura de concreto armado. OesclerômetroutilizadoédaMarcaProceq-ModeloSH01-004-0337,calibradoconformeocertificadonº49070-18de 13/08/2018daEmpresaSolotestAparelhosparaMecânicadosSolosLtda.Ocoeficientedecorreçãodoíndiceesclerométrico(K) igual a 1. Também foi utilizado disco de carburundum para polimento manual da área do ensaio. Descrição do Ensaio: Comoométodorecomendadorefere-seaumasériede16impactos,oíndiceesclerométricodecadapontoéobtidoatravésda médiadestesimpactos.Osíndicesesclerométricosefetivosreferem-seàmédiadosvaloresobtidosem16determinações (impactos),desprezadososvaloresindividuaissuperioresouinferioresa10%.FoiutilizadaacurvaNparaaconversãodoíndice esclerométrico em resistência, podendo haver divergência em determinados traços de concreto. A curva N é a média dos resultados, fornecida pelo fabricante. 3. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS: Paraacorretainterpretaçãodestelaudo,entende-seporíndiceesclerométrico,segundoaNBR7584,oquesegue:?Valorobtido atravésdeumimpactodoesclerômetrodereflexãosobreumaáreadeensaio,fornecidodiretamentepeloaparelhocorrespondente ao número de recuo do martelo?. os resultados obitidos estão dispostos na tabela 01 e no gráfico 01. Tabela 01 ? Indices esclerométricos individuais da amostra Índice Esclerométrico Médio Efetivo:22,6 Posição do Equipamento:Vertical (?) Fator de forma:0,85 Fator de Carbonatação:1,00 * indices desconsiderados altura 6 2º Pavimento - P19 Resistência (valor médio): OBS. Não foi considerado efeito de carbonatação na superfície. Figura 01 - Local da Amostra. Figura 02 - Região Ensaiada. A resistência média efetiva encontrada nos pontos analisados, conforme descrito acima, foi de 6,85 MPa. Porto Alegre -RS,14 de maio de 2021. M. Eng. Mauro Joel F. dos Santos MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. Os resultados apresentados neste documento têm significação restrita e dizem respeito tão somente à(s) amostra(s) ensaiada(s) e à integridade até o momento do ensaio. Este documento não dá direito ao uso do nome ou da marca MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda., para quaisquer fins, sob a pena de indenização. Sua reprodução só poderá ser feita integralmente, sem alterações e mediante aprovação formal da MMC LAB ? Controle Tecnológico Ltda. 0 5 10 15 20 25 30 35 1* 2* 3* 4* 5* 6* 7* 8 9* 10* 11 12* 13 14*15* 16média 28 28 19 30 19 14 33 22 32 28 22 21 23 21 16 25 23,50 Q (Índice Esclerométrico) Amostras Gráfico 01 -Indices Esclerométricos Individuais da Amostra ART Número 11278841 005361150 01 8.000,00 NÃO É CONVÊNIO NORMAL COMERCIAL PRESTAÇÃO DE SERVIÇO INDIVIDUAL/PRINCIPAL RS050808 PREFEITURA MUNICIPAL DE CAPELA DE SANTANA 15/05/2021 30/06/2021 CAPELA DE SANTANA RS DAROIT ENGENHARIA LTDA EDUARDO DE OLIVEIRA DAROIT Engenheiro Civil RODOVIA RS-020 4043 RUA IRAI, N. 25 NEÓPOLIS 94100250GRAVATAÍ LILIANE PEREIRA FLORES RS 2201007721 181914 eduardo.daroit@terra.com.br SERGS Tipo: Participação Técnica: Convênio: Motivo: Carteira: Título: Empresa: Nome: CEP:Bairro: Endereço da Obra/Serviço: UF: CPF/CNPJ: Proprietário: Contratado Contratante Identificação da Obra/Serviço Atividade Técnica Cidade: Honorários(R$):Finalidade: Prev.Fim: Ent.Classe: Descrição da Obra/Serviço QuantidadeUnid. Cidade: Data Início: RNP: Bairro.: CEP: UF: Endereço: Nr.Reg.: Telefone: E-mail: E-mail:Profissional: CPF/CNPJ: Vlr Contrato(R$): Laudo Técnico Estruturas - Concreto Armado 1,00UN Projeto Fundações - Reforço 1,00UN Projeto LAUDOS E PROJETOS DE REFORÇO ESTRUTURAI DA ESCOLA 1,00UN Projeto MUNICIPAL ANTÔNIO OLIVEIRA DE CARVALHO 1,00UN ART registrada (paga) no CREA-RS em 17/05/2021 FERREIRA E FLORES ARQUITETAS ASSOCIADASEDUARDO DE OLIVEIRA DAROIT Local e Data Profissional Contratante Declaro serem verdadeiras as informações acimaDe acordo A AUTENTICIDADE DESTA ART PODERÁ SER CONFIRMADA NO SITE DO CREA-RS, LINK CIDADÃO - ART CONSULTA Porto Alegre, 015/05/2021 615 413 413 410 386 419 395 610 409 401 622 200 413 413 173 623 413 413 615 460 497 240 507 200 410 386 419 395 610 PRANCHA:OBRA: REVISÃO 15/05/21 DATADESCRIÇÃO 0 REV. EMISSÃO INICIAL 01 NUMERAÇÃO DOS PILARES DIMENSõES DOS NOVOS PILARES ESCOLA ANTÔNIO O. CARVALHO CAPELA DE SANTANA